Palavra:   e / E
Lição:   nº 2 Vogais
Texto:   1. [é]: erva, relva, pés, remo…
2. [ê]: arvoredo, dedo, negro, preto, verde…
3. [i]: elefante, e, elegante, enorme…
4. [e]: árvore, polegar, corre, vermelho…
5. [ĕ]: comendo (verbo comer), encaracolado, emblema…

1. [é]
Os gatos também comem erva.
A erva e a relva são verdes.
O rapaz tem os pés grandes.
Nós praticamos remo na baía do Funchal.

2. [ê]
O arvoredo é um conjunto de árvores.
A rapariga tem o dedo do pé negro.
O preto, o verde e o vermelho são cores.

3. [i]
3.1. O elefante é enorme e a girafa é elegante.

4. [e]
4.1. As folhas da árvore estão verdes.
4.2. O polegar é um dedo da mão.
4.3. O vermelho e o verde são as cores da bandeira portuguesa.

5.[ĕ]
5.1. Estou comendo bolo de chocolate.
5.2. A Joana tem o cabelo encaracolado.
5.3. O emblema do Marítimo tem um leão.

O elefante Élio

Era uma vez um enorme elefante chamado Élio que gostava de passear lentamente pela relva de um jardim. Deste local muito verde, vê-se a baía do Funchal, onde os jovens praticam remo. Que bela paisagem! – pensam a elegante girafa Helena e o elefante Élio, encantados a comer as deliciosas folhas das árvores, acompanhados pelo Ernesto e pela Énia, o rapaz e a rapariga que cuidam deles e que com eles conversam.
Na Madeira, não existem daqueles animais. Eles visitam-nos, apenas na época do circo, no Natal. É um espectáculo cheio de música e cores que alegra crianças e adultos!
O enorme elefante, a elegante girafa e o rei da selva, o leão, são sempre bem recebidos pelos espectadores, especialmente pelos mais jovens. A verdade é que o leão é o símbolo do Marítimo, o clube de futebol preferido de muitos madeirenses. Talvez por isso ele apareça, em cena, vestido de verde e vermelho, as cores do emblema do clube e também da bandeira portuguesa.
No entanto, o elefante Élio é muito aplaudido no momento em que alegremente toca o sino a chamar as meninas e os meninos. Eleva-os com a tromba e coloca-os, um a um, no seu confortável dorso. E lá vão eles ao som da música e das palmas, sob os olhares atentos do domador e dos pais, circundar a arena luminosa e engalanada…

Texto de: Fátima Gomes e Isabel Cordeiro
Ilustração de: Maria José Jardim
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