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Origem e evolução da língua Portuguesa


O indo-europeu é um hipotético tronco comum das línguas faladas há 7000 anos nas regiões que vão desde a Península Indostânica ao Atlântico e desde a Escandinávia ao Mediterrâneo.

O Português derivou do latim que integrava o ramo itálico, como se pode observar no esquema.

A diversidade das línguas românicas que tiveram origem no latim vulgar deve-se:

1) a diferenças dialectais no falar dos colonos;

2) às mutações do latim ao longo dos tempos;

3) ao substrato – antes da romanização os povos dominados tinham a sua língua (na Hispânia e na Gália falava-se principalmente o celta, na Roménia o ilírico);

4) à maior ou menor distância a que se encontravam os territórios da România;

5) ao gradual abrandamento da acção administrativa exercida por Roma;

6) aos superstratos – após a queda do império romano, os povos invasores deixaram as suas influências linguísticas.

Os povos germânicos deixaram vestígios no português, nos domínios da guerra, da toponímia e da antroponímia. Exemplos: guerra, elmo, dardo, espora, espeto, roubar, trégua, Afonso, Fernando, Rodrigo, Resende, Gondomar e Guimarães.

Os Árabes permaneceram na Península Ibérica entre o século VIII e o século XV, o que explica a forte influência da língua árabe nas línguas peninsulares (cerca de 4000 vocábulos no Espanhol e 1000 no Português). Este vocabulário pertence ao domínio do comércio, da administração, da toponímia, da fauna, da flora, etc. Exemplos: alferes, alcaide, alvará, açoteia, algarismo, álgebra, zero, xadrez, xarope, alfaiate, alfinete, azenha, arroz, açúcar, laranja, alface, azulejo, almofada, algodão, albufeira, oxalá, Almada, Alcântara, Algarve.



 
 

 
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